O administrador da empresa Minas De Cassiterite Sobreda, Luís Vieira, esteve ontem na Assembleia Municipal de Tábua onde procurou explicar os objectivos do pedido de prospecção e pesquisa que a sua empresa realizou para aquele concelho. O administrador frisou que esta fase vai demorar anos e depois se forem encontrados minerais a empresa terá de fazer outro pedido para poder realizar a extracção. Luís Vieira sublinhou ainda que a empresa obedece às boas práticas e tem respeito pela natureza.
“Prospectar, pesquisar não é o mesmo que extrair. Por lei, a empresa está proibida de extrair seja o que for. Só com uma autorização ou contrato. A empresa está aqui com a parte da administração e parte técnica para esclarecer todas as dúvidas que tenham sobre o desenvolvimento dos trabalhos. Este pedido visa trabalhos de conhecimentos dos locais, locais esses que terão de ter sempre autorização dos proprietários. As pessoas têm de estar elucidadas. Toda a informação que resultar da cartografia geológica será apresentada ao estado e à autarquia. A prospecção e pesquisa. É só isso. Não há extracção”, explicou o administrador da empresa Minas De Cassiterite Sobreda, adiantando que a fase de prospecção e pesquisa vai demorar anos e só no final é que podem ter noção se é viável ou não proceder-se à mineração.
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