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PCP acusa Governo de se esquecer do IC6, uma “via indispensável para as populações” do interior

O Grupo Parlamentar do PCP lamenta que o IC 6 não esteja previsto no âmbito do PRR, nem no orçamento de 2023, e que o Governo apenas tenha anunciado a inscrição no Programa Nacional de Investimentos 2030 do troço do IC 6 entre Tábua e o nó Folhadosa, numa extensão de 19 km, esquecendo o último fase que levaria aquela via até à Covilhã. Estes deputados apresentaram mesmo uma proposta de alteração do Orçamento do Estado para 2023, para se avançar já com o “Prolongamento do IC6, ligando Tábua à Covilhã”.

“É uma via indispensável para as populações dos distritos de Coimbra, Guarda e Castelo Branco. O seu necessário prolongamento vem sendo prometido há vários anos, sem qualquer correspondência com a realidade, estando há mais de dez anos parado no nó de Tábua”, referem.

Frisando que aquele partido vem insistindo na necessidade de se dar resposta às necessidades do País, do seu interior e das populações, os elementos do PCP acentuam que “a coesão territorial também se faz com a implantação de infra-estruturas de mobilidade que façam a ligação das populações do interior com os centros urbanos e o litoral para acesso aos serviços de saúde, educação e para reduzir custos na circulação de bens e mercadorias”.

“Apesar dos esforços e propostas do PCP, da maioria dos eleitos locais e das populações, só em Setembro de 2021 foram anunciadas as obras para o troço de Tábua ao nó da Folhadosa, mas, de acordo com a resolução do Conselho de Ministros n.º 46-A/2021 de 3 de Maio de 2021, as obras para este troço só têm cobertura financeira a partir de 2024 e até 2026, num total de 38 milhões de Euros”, contam.

Os comunistas fazem ainda questão de recordar que, em Setembro de 2009, o Secretário de Estado Paulo Campos anunciou a concessão rodoviária da Serra da Estrela e indicou o primeiro trimestre de 2010 para o lançamento da obra que integrava o IC 6, entre Tábua e a Covilhã. Segundo o Governo PS, o projecto de execução do primeiro dos troços em falta seria lançado até Julho 2017, ficando depois a faltar apenas o último troço até à Covilhã. “Para este último, o Governo não avançou com qualquer data para a sua construção”, rematam.

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