A ANEPC justifica a decisão com a previsão, por parte do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, do “aumento da intensidade do vento que, em combinação com a continuação de tempo quente e seco, com temperaturas acima da média para esta época do ano, conjugado com o número de comunicações para a realização de queimas de amontoados e queimadas, podem dar origem a incêndios rurais”.
Segundo a ANEPC, os efeitos expectáveis passam pelo “aumento da dificuldade das acções de supressão aos incêndios rurais em consequência do aumento da intensidade do vento e da baixa humidade relativa do ar”.
Só na sexta-feira, a ANEPC registou no território continental 132 ocorrências relativas a incêndios rurais.
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