Coligação reagiu à rejeição pelo Tribunal Constitucional da quarta tentativa de impugnação da sua candidatura na Aldeia Viçosa e apela à participação dos eleitores
A coligação PG – Pela Guarda reagiu com firmeza à decisão do Tribunal Constitucional, que rejeitou a quarta tentativa de impugnação da lista da coligação na Assembleia de Freguesia da Aldeia Viçosa, no distrito da Guarda, apresentada pelo candidato do PS, uma resolução que o movimento diz que já esperava, sublinhando que será apenas nas urnas que os guardenses decidirão o futuro do município. A impugnação daquela lista, refira-se, levaria à queda de todas as outras listas da coligação que se encontram na corrida aos órgãos autárquicos no concelho da Guarda
“Será nas urnas, e apenas nas urnas, que os guardenses decidirão quem querem a governar”, reforça o comunicado do movimento liderado pelo actual presidente da Câmara Municipal da Guarda, Sérgio Costa, destacando que a decisão judicial confirma a “plena legitimidade” da sua lista e que “a democracia não se decide em gabinetes ou por manobras de secretaria, mas sim pelo voto livre e soberano do povo”.
O candidato do PS à Junta de Freguesia de Aldeia Viçosa, Baltasar Lopes, que já tinha recorrido três vezes à justiça para tentar impedir a candidatura da coligação, viu na segunda-feira ser recusada uma nova tentativa de impugnação, desta vez pelo Tribunal Constitucional, instância superior que confirmou a validade da lista da PG – Pela Guarda. A coligação considera que esta decisão prova que a sua participação nas eleições não está sujeita a obstáculos artificiais e que o processo democrático deve respeitar a vontade dos cidadãos.
PG – Pela Guarda sublinha que todas as tentativas anteriores de impugnação, conduzidas por via judicial, não alteram a legitimidade da candidatura e que a única forma de decidir sobre o futuro da Câmara Municipal, da Assembleia Municipal e das Juntas de Freguesia da Guarda é através do sufrágio universal.
O movimento liderado por Sérgio Costa afirma ainda que “segue com determinação e confiança para este acto eleitoral, convicta de que a nossa força está nas pessoas, no trabalho feito e no compromisso de construir uma Guarda com mais futuro”. A coligação defende que, para que este desenvolvimento seja concretizado sem bloqueios e sem chumbos, “é fundamental que o PG – Pela Guarda receba uma maioria absoluta clara e robusta, que permita governar com estabilidade e dar continuidade às obras e investimentos para que a Guarda avance”.
O PG – Pela Guarda reforçou também que pretende levar aos cidadãos um programa de governação centrado na transparência, no planeamento urbano e no apoio às freguesias, sublinhando que “a democracia não se faz com manobras, mas com o voto livre e consciente de cada guardense”.
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