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Teatro Cine de Gouveia reabriu as portas ao público depois de um investimento de 600 mil euros

O Teatro Cine de Gouveia voltou ontem a reabrir as portas ao público, marcando o regresso da programação cultural e das sessões de cinema àquela sala de espectáculos, por excelência do concelho. O edifício foi requalificado, contando inicialmente com um orçamento aprovado de 540 mil euros, comparticipado pela Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), em 60 por cento, e o apoio da CCDRC, totalizando no final um investimento de 600 mil euros.

O presidente da CM de Gouveia frisou “a satisfação de ver esta obra concluída” que ficará “à disposição da população, uma vez que é função deste organismo público promover o desenvolvimento regional e cultural da região” que, no seu entender, é “fundamental para fomentar o orgulho das pessoas e o seu sentimento de pertença à comunidade”. Luís Tadeu sublinhou, ainda, que a requalificação desta “casa da cultura foi uma obra imprescindível não só para Gouveia mas, também, para os concelhos vizinhos e até para o mundo, pois a quantidade e a qualidade dos espectáculos que aqui têm lugar trazem gente de todo lado a Gouveia, como é o caso, por exemplo, da 17.ª edição do Festival Gouveia Art Rock que terá lugar no inicio de Maio e que trará gente de todo o mundo”.

Luís Tadeu contou na cerimónia de reabertura com a presença do secretário de Estado da Administração Local e do Ordenamento do Território, Hernâni Dias, bem como o Vice-Presidente da CCDRC, Jorge Brandão e o Presidente da Assembleia Municipal de Gouveia, Gil Barreiros que, depois de descerrada a placa inaugurativa, considerou que “a requalificação deste edifício era absolutamente necessária, tendo agora melhores condições para continuar a oferecer aos gouveenses e a quem visita Gouveia espectáculos de grande qualidade”.

Já o secretário de Estado Estado da Administração Local e do Ordenamento do Território considerou que aquele era um momento importante do ponto de vista cultural, mas também uma celebração das parcerias estabelecidas entre a administração local e a administração central. “O interior tem esta capacidade de poder regenerar-se em determinados momentos e a vertente cultural significa, também, um factor de promoção da coesão territorial que é preciso implementarmos, que é necessário termos como viva e não apenas por palavras”, referiu Hernâni Dias.

Após a sessão inaugurativa, foi, então, a vez de Mafalda Veiga subir ao palco do renovado Teatro Cine, proporcionando, ao muito público presente, um concerto intimista, repleto de histórias, lugares e memórias.  A cantora e compositora portuguesa, acompanhada por João Gil e Francisco Medina, trouxe a Gouveia as músicas do seu mais recente álbum “Geografia Particular”, bem como outros temas da sua, já longa, carreira e que o público mostrou que tinha bem guardadas no coração, na memória e na voz.

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