Várias equipas do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) estão paradas por falta de combustível. O novo contrato para fornecimento de combustíveis rodoviários para 2023, no valor de 1 milhão e 700 mil euros, ainda aguarda o visto do Tribunal de Contas (TdC) e, apesar de ter feito um acordo temporário com outra gasolineira, várias direcções regionais continuam a parar equipas. A notícia é avançada pela SIC, adiantando que este é um fenómeno que se verifica de Norte a Sul do país. Dezenas de viaturas do ICNF estão paradas ou condicionadas por falta de combustível.
Até haver luz verde, a SIC assegura que em várias direcções regionais do ICNF a regra é, neste momento, evitar sair com viaturas ou condicionar as deslocações em função do combustível disponível no depósito. Esta situação está a afectar vários serviços, como o trabalho das brigadas de sapadores bombeiros ou a protecção animal.
Questionado pela SIC, o ICNF confirmou a situação, justificando-a com a falta de pronúncia do TdC, e revelou que para tentar colmatar a situação foi feito um segundo acordo, com outro fornecedor, que estará em vigor durante este mês. Esse contrato tem um valor inferior a 100 mil euros, mas, ao que a SIC conseguiu apurar, não está a ser utilizado por grande parte dos serviços ainda na dependência do ICNF.
Fonte oficial do instituto garantiu também que já antes do final de 2022 foi dada indicação a todas as direcções regionais para que fossem abastecidas as viaturas para precaver atrasos na chegada ao terreno dos cartões que permitiram novos abastecimentos.
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