A polémica do registo de algumas marcas da região por parte de Nuno Tavares Pereira será discutida nos tribunais. O empresário, numa entrevista à Rádio Mundial, assegurou que pretende apenas salvaguardar o património da região e que nunca teve por objectivo fazer qualquer negócio. Mas agora considera que foi alvo de difamação. E, nesse caso, diz que a discussão do tema passa para a esfera jurídica.”Estou sempre disposto a falar com toda a gente, mas chegou a fase da difamação e agora é diferente”, conta.
“Já registo marcas há mais de 15 anos, nunca fiz qualquer negócio, nem nunca tive esse objectivo ou prejudicar quem quer que fosse. Pelo contrário, queria ajudar. Mas não estou disponível para ser caluniado. Assim o caso passa para outra esfera”, explicou, assegurando que todas as críticas são provenientes de sectores políticos. Aquilo que o próprio designa por “Irmandades políticas”.
“De gente que está aqui no interior a ganhar 3 a 4 mil euros limpos que noutra actividade teriam muito provavelmente de se contentar com 600. Mas são estes que falam. Têm de defender os seus tachos. São aqueles que não fizeram nada por quem perdeu tudo nos incêndios, mas criticam quem procura ajudar”, sublinhou Nuno Tavares Pereira, referindo que não é candidato a nada, mas avança que “as criticas e ameaças” que lhe têm sido dirigidas o podem fazer mudar de ideias.
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