Os presidentes das Câmaras de Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pêra e de Pedrógão Grande, três autarcas dos concelhos afectado, estão entre os sete novos possíveis arguidos no processo do fogo de Pedrógão Grande, avança o jornal Correio da Manhã (CM). Em Oliveira do Hospital, também já foi aberto um inquérito depois de uma queixa apresentada pelo ex-eleito à Assembleia Municipal António Lopes contra, entre outros, o presidente da autarquia local, José Carlos Alexandrino.
O CM refere ter apurado que os presidentes das Câmaras de Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pêra e de Pedrógão Grande já foram notificados para serem ouvidos como arguidos. Estão indiciados por 64 crimes de homicídio negligente e mais de 100 de ofensas corporais na forma negligente.
Estes nomes juntam-se aos dois elementos que já tinham sido constituídos arguidos por suspeitas de homicídios por negligência e ofensas à integridade física. São ainda arguidos dois altos dirigentes da Protecção Civil, e duas empresas, a EDP e a Ascendi. No total o número de arguidos no caso subirá para nove. Estão em causa 64 crimes de homicídio negligente é mais de 100 de ofensas corporais na forma negligente.
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