O autarca explicou que o incêndio “mantêm-se só no território do concelho de Coimbra”, observando, no entanto, que a zona de São Frutuoso é “historicamente” uma zona “complicada”, ficando na transição com o município vizinho de Vila Nova de Poiares, onde a orografia do terreno “é também muito complexa”. “E estamos a evitar a todo o custo que isso possa acontecer”, enfatizou Carlos Lopes.
A segunda frente, em Palheiros, freguesia de Torres do Mondego — onde o incêndio começou pelas 15h19 de quinta-feira – “está mais estabilizada”, tendo as autoridades, durante a noite, conseguido chegar à linha de fogo com o auxílio de máquinas de rasto.
Durante a noite e madrugada de hoje, a humidade relativa, que chegou aos 70% entre as 03:00 e as 05:00, “também ajudou a acalmar um bocadinho as chamas”, indicou o vereador.
Carlos Lopes admitiu que as previsões meteorológicas para as próximas horas possam ser um aliado dos operacionais no terreno, já que “a partir das cinco da tarde [17h00] poderá surgir alguma pluviosidade, o que era importantíssimo para consolidarmos esta estabilização dos incêndios e entramos numa fase de rescaldo”, notou.
De acordo com a página na internet da Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC), pelas 10h40 de hoje combatiam as chamas em Coimbra um total de 540 operacionais, apoiados por 169 viaturas e nove meios aéreos.
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