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Momento do corte do bolo de aniversário, onde a juventude feminina impera

Coja celebrou os 155 anos de vida da sua «Pátria Nova»

Já decorrem longos anos que a Filarmónica «Pátria Nova» celebra o seus aniversários, este mês foram os 155 anos da sua fundação, que ocorre no dia 1 de Novembro e como referiu o presidente de direcção, João Luís Quaresma Nunes, é uma instituição que merece todo o carinho dos cojenses e não só, onde o voluntariado é uma missão salutar e aguerrida, como é o caso dos jovens de que dela fazem parte, alguns deles vindos do concelho de Tábua, com o apoio de seus pais, que os transportam sobretudo às sextas-feiras, altura dos ensaios e quando há saídas para abrilhantar festas ou outras cerimónias.

Se a presidente da assembleia geral, Sílvia Tavares, que também foi executante, tem sido uma voluntária a todos os títulos notável, bem como o seu maestro Daniel Gonçalves, que nasceu, assim se pode dizer, nas fileiras da banda e depois de executante, é hoje um amante da sua «Pátria Nova», agora como maestro.

Os autarcas, João Tavares, como presidente da União de Freguesias de Coja / Barril de Alva, bem como a vice-presidentes da Câmara Municipal de Arganil, Paula Dinis, que também foi executante da Filarmónica, enquanto jovem, não deixaram também de elogiar o trabalho e amor que se desenvolve em prol da «Pátria Nova», que honra não só Coja, como o concelho de Arganil, e por isso, tanto uma como outra autarquia estão sempre presentes na atribuição de subsídios, para que, assim, as instituições, neste caso as filarmónicas, possam continuar, não falando dos sócios e beneméritos, como aconteceu naquele momento, pois a banda, precisando de um instrumento que custa cerca de 6.000 euros, houve um benemérito, que em memória de sua esposa, recentemente falecida, ofereceu 2.500 euros, para ajudar na aquisição do referido instrumento. Trata-se do benfeitor, morador do Bairro de Santa Clara, António Campos Fonseca, natural de Salgueiral.

Sócios e amigos falecidos não foram esquecidos

Antes da missa, a Filarmónica deslocou-se em romagem de saudade ao cemitério, a fim de homenagear sócios, dirigentes e amigos. 

Executantes galardoados

Este evento proporcionou também a atribuição de medalhas a executantes dos 5 aos 10 anos de militância na banda: Rodrigues Fernandes, Márcio Lopes e André Silva (10 anos); Joana Miranda João Abreu Santos e Diogo Abreu (5 anos).

Encontro de bandas

As comorações prosseguiram no dia 5, no Pavilhão gimnodesportivo, com o Encontro de Bandas, que para além da anfitriã, fizeram parte deste evento a Sociedade Recreativa Musical Louriguense (Loriga) e Filarmónica de Mortágua.

José Travassos de Vasconcelos

 

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