A Fundação Aurélio Amaro Dinis (FAAD) dispõe de momento apenas de 70 testes rápidos que chegaram da Alemanha e não os 600 que foram anunciados. A confirmação foi dada hoje pelo presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, assegurando que o concelho tem apenas um caso positivo e que já foi há algum tempo, com uma idosa de São Paio de Gramaços. José Carlos Alexandrino, porém, em conferência de imprensa para três órgãos de comunicação social do concelho, onde não se incluiu o CBS, referiu que existem quatro casos de vigilância activa e 12 casos de vigilância passiva.
“Três casos [dos quatro mais preocupantes] foram testados na FAAD, mas os resultados foram inconclusivos, enquanto que outros 30 ou 40 foram negativos. Os três foram encaminhados para realizarem outros testes, mas esses resultados estão a levar 72 horas”, explicou o autarca, mostrando grande satisfação por não existirem mais casos positivos no concelho de Oliveira do Hospital, como resultado, diz, das medidas de segurança que foram adoptadas.
“É pelas cautelas que temos tido e pelo comportamento das pessoas, com algumas excepções, que podemos minorar os prejuízos. Os emigrantes que chegaram têm cumprido a quarentena”, sublinhou o autarca, que quer os cafés encerrados. “Devem fechar. Tive uma reunião com o Primeiro-ministro a quem transmiti essa preocupação”, continuou o autarca que acredita que irá haver decisões sobre este assunto. “As pessoas não podem ir buscar o café e depois juntarem-se cá fora como se nada fosse”, concluiu.
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