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O responsável falava durante uma conferência de imprensa, realizada na Junta de Freguesia de Valhelhas (Guarda), sobre o incêndio que lavra desde sábado nos concelhos da Covilhã (distrito de Castelo Branco) e de Manteigas e que esta tarde atingiu também Gouveia e Guarda. “A situação do incêndio mantém-se complicada e difícil. Neste momento, o incêndio desenvolve-se em quatro municípios, sendo que a Covilhã é o mais sossegado. Está em consolidação e rescaldo. Manteigas, Guarda e Gouveia são os que preocupam mais neste momento”, sublinhou.
Questionado sobre esta ausência, Elísio Oliveira explicou aos jornalistas que essa ausência se ficou a dever a “problemas técnicos”, que não permitiram a sua presença no teatro de operações. Este responsável está preocupado com a frente em direcção a Folgosinho (concelho de Gouveia): “É a mais preocupante, mas a rotação do vento pode fazê-lo entrar novamente no concelho da Covilhã”.
Para as próximas horas e noite, o trabalho será desenvolvido desde Manteigas e Vale da Amoreira em direcção a Folgosinho. Os esforços vão ser concentrados durante toda a noite, não esquecendo os flancos. O objectivo é tentar evitar que, por qualquer motivo, aquilo que é o flanco se torne numa frente de fogo”, concluiu.
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