Vários inspetores do Fisco têm percorrido o país à paisana, com vista à recolha de provas que indiciem crimes de natureza fiscal. Segundo o Jornal de Notícias, as ações anónimas são permitidas desde que se alterou o decreto-lei que estabelece a orgânica da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) e são para continuar.
Antes da realização da operação ‘Fatura Suspensa’, que detetou falhas nos sistemas de faturação de 108 empresas, vários inspetores do Fisco andaram pelo país, a percorrer estabelecimentos comerciais à paisana, para recolher provas de crimes de natureza fiscal.
De acordo com o Jornal de Notícias, esta ação de fiscalização foi levada a cabo por inspetores que não se identificaram e desencadeou a megaoperação que se seguiu.
Contudo, a fiscalização à paisana não fica por aqui. A ação de combate à evasão fiscal é para continuar, com especial enfoque no arrendamento ilegal para fins turísticos.
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