A Infra-estruturas de Portugal (IP) recordou hoje mais um corte do IP3, a partir de quinta-feira e por um período estimado de três semanas, no âmbito da empreitada de estabilização do talude e da reabilitação da plataforma rodoviária daquela via que está a ser desenvolvida ao quilómetro 63,650. A IP refere que será necessário proceder ao corte da circulação rodoviária entre o Nó de Penacova (quilómetro 62,4) e o Nó de Miro (quilómetro 64,7), em ambos os sentidos, por forma permitir a execução da fase seguinte da obra.
“Os trabalhos a realizar revestem-se de uma maior complexidade técnica e operacional, consistindo no desmonte de blocos de pedra de grandes dimensões, sendo por isso necessário implementar a interdição total do trânsito de modo a garantir a rápida execução da intervenção e em totais condições de segurança”, explica a IP.
Durante este período, a IP aconselha como percurso alternativo a utilização do IC2 até Mealhada, passando pelo Luso, pela EN 234 em direcção a Mortágua, seguindo pela EN 228 até ao IP3. Em alternativa, pode ser utilizada a Estrada da Beira, EN 17, passando por Vila Nova de Poiares até S. Martinho da Cortiça, saindo para o IC6, retomando o IP3 no Nó da Raiva.
A IP já tinha avisado para um condicionamento com a interrupção do trânsito entre o Nó de Parada de Gonta (quilómetro 111) e o Nó de Fail (quilómetro 117), no sentido Coimbra / Viseu. Este condicionamento à circulação decorre entre as 8h00 do dia 28 de Fevereiro e as 17h30 de 8 de Março. A IP sugeriu neste caso a utilização da EN2 como percurso alternativo durante este período. Explica ainda que este condicionamento resulta dos trabalhos de desenvolvimento do projecto de execução para a requalificação e duplicação do IP3 entre o Nó de Souselas e o Nó de Viseu.
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