Segundo o PEES, que está desde sábado à noite em Diário da República, o Governo prevê gastar, este ano, 98,1 milhões de euros com a conservação e segurança rodoviária e, no que respeita à conservação periódica, o executivo destaca, entre outras, a intervenção no IP3 – Nó de Penacova/Ponte Sobre o Rio Dão, – no valor de oito milhões de euros. O autarca, sobre este assunto, diz que “a verba destinada ao IP3 já foi anunciada tantas vezes que se fosse multiplicada, provavelmente, já estaria construído” e acrescentou que ainda continua à espera daquilo que “será o projecto estruturante para a requalificação daquela via, os tais 85 por cento em quatro faixas e a verdade é que ainda não há conhecimento de como vai ser”.
O presidente da Câmara Municipal de Viseu considerou as obras previstas para o IP3 “um remendo”, apesar de defender que “é sempre bem-vindo”. “Porque ficará melhor do que o que estava, mas não é uma obra estruturante que se possa considerar como uma grande vitória, porque é a requalificação do piso de um pequeno troço, é pouco mais do que isso”. “No Plano Nacional de Investimentos (PNI) para as Infraestruturas, na apresentação para 2030, não vi lá que se transformasse em definitivo o IP3 em autoestrada, o que significa que Viseu-Coimbra e Lisboa-Portalegre continuam a ser as duas capitais de distrito que não estão ligadas em autoestrada, ao contrário das outras”, referiu Almeida Henriques.
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