A Direção Regional de Cultura do Centro procurou destacar as mulheres que se distinguiram por ajudar a contar e a manter a história da região. Recebeu cerca de duas centenas de contributos que salientam as histórias de mulheres e do seu saber-fazer. Uma das figuras que se destacou foi Palmira Gomes Almeida Mota que marcou de forma indelével os ranchos folclóricos de Seia e Gouveia.
Palmira Gomes Almeida Mota nasceu em Gouveia em 10 de Maio de 1923. Estudou em Lisboa onde conclui o curso do Magistério primário, fixando-se em Seia em 1950, dando aulas em Aldeia da Serra e posteriormente em Santiago. Sempre ligada à etnografia e ao folclore português, foi dirigente do rancho folclórico de Gouveia e posteriormente do rancho folclórico de Seia. Ao longo dos anos produziu um excelente trabalho na recolha e divulgação dos valores culturais e tradicionais da região. “O seu trabalho é reconhecido por quem ao mais alto nível, está ligado à etnografia”, refere a Direção Regional de Cultura do Centro.
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