O sismo de magnitude 3,4 na escala de Richter registado hoje perto da Pampilhosa da Serra (Coimbra) foi descrito “como uma bomba” e causou “susto e alarido”, disse à Lusa fonte do Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) o abalo foi registado pelas 07h51, sendo o epicentro localizado perto de 20 quilómetros Este-Nordeste da Pampilhosa da Serra.
Segundo o IPMA, aquele sismo foi sentido com intensidade máxima III/IV (escala de Mercalli modificada) nos concelhos da Covilhã (Castelo Branco), Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra e Vila Nova de Poiares (Coimbra) e com menor intensidade no concelho de Tondela (Viseu).
“Temos agora relatos de pessoas que sentiram o sismo, causou susto e alarido e foi-nos descrito como se fosse uma bomba. No entanto, não nos relataram danos pessoais nem materiais, só mesmo o susto”, explicou a fonte. Até às 10h38 “não foram registadas réplicas”, disse, explicando que “não se está à espera que as haja”.
Os bombeiros de Pampilhosa da Serra não receberam alertas ou chamadas da população. Fonte da corporação disse que o sismo não foi sentido no quartel e que não recebeu telefonemas da população. O vereador da Câmara Municipal Rui Simão comentou à agência Lusa que o município também não recebeu pedido de esclarecimentos da parte da população, embora tenha ouvido alguns relatos dos habitantes.
“Quem notou disse ter ouvido primeiro um pequeno ruído, semelhante a uma caldeira a arrancar, e depois uma pequena vibração, muito ténue”, disse o autarca, salientando que a população está tranquila e que se trata de um “fenómeno raro” naquele território.
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