A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) esclareceu que a interdição de banhos nas praias fluviais de S. Gião e São Sebastião da Feira, em Oliveira do Hospital, e de Benfeita e Pomares, em Arganil, resulta de contaminação microbiológica da água.
Segundo a APA, a interdição entrou em vigor a 29 de Junho nas duas praias de Oliveira do Hospital e a 24 de Junho nas praias de Benfeita e Pomares. Na Região Centro, a lista da APA inclui ainda as águas balneares de Videmonte, Quinta da Taberna, no concelho da Guarda, Ponte do Sótão, em Góis, e Relva da Reboleira, em Manteigas.
A contaminação microbiológica resulta da detecção de valores elevados de enterococos intestinais e/ou Escherichia coli, bactérias usadas como indicadores da qualidade da água. Quando estes valores ultrapassam os limites legais, a utilização balnear é interditada até que novas análises confirmem o restabelecimento das condições de segurança.
O Município de Oliveira do Hospital, recorde-se, anunciou ontem a interdição temporária das praias fluviais de S. Gião e São Sebastião da Feira, na sequência das análises de rotina à qualidade da água divulgadas pela APA. Mais tarde, a União das Freguesias de Penalva de Alva e São Sebastião da Feira informou que a interdição abrangia também as zonas balneares do Mosteiro, Penalva de Alva, Caldas de São Paulo e Santo António do Alva.
A informação entretanto disponibilizada pela APA esclarece a causa da interdição das praias fluviais de S. Gião e São Sebastião da Feira, mas o portal oficial não faz referência às restantes quatro zonas balneares mencionadas pela União das Freguesias.
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