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Editorial

Inimigos Públicos

1. Desiludam-se aqueles que pensam que o PSD se vai agora pacificar e que o filho pródigo a casa sempre torna. É óbvio que o líder reeleito do partido, bem como o candidato vencido nas eleições de 12 de Abril, têm sucessivamente manifestado essa vontade de união. Porém, tudo não passa de discursos de circunstância, politicamente correctos, porque ambos sabem que essa tarefa é impossível.

2. O PSD está fracturado em dois e os apoiantes de Mário Alves e Paulo Rocha nunca aceitarão a candidatura de José Carlos Mendes à presidência da Câmara, nas eleições autárquicas de 2009. A facção do partido que está instalada no poder autárquico – caso não tenham percebido –, voltou novamente a não aceitar os resultados.

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O Monólogo

Poderá estar a chegar ao fim o “marialvismo”. E com um aspecto curiosíssimo: é o próprio PSD que, substituindo-se à oposição, faz um pré-aviso de final de linha ao autarca social-democrata. Mário Américo Franco Alves “jamais”. É um deserto de ideias e é necessária uma nova ponte política feita “com os mesmos recursos” mas que provoque mais desenvolvimento.

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12 de Abril e o dia seguinte…

 

O futuro de Oliveira do Hospital não sairá incólume do fumo que na noite de 12 de Abril sair da sede do partido da chaminé. Para uns – os vencedores – será sempre fumo branco, mas para outros – os vencidos –, o fumo negro pode vir a ser, politicamente falando, o prenúncio da morte anunciada de muitos dos actuais titulares de cargos políticos. Nestas eleições do PSD, temos realmente alguns cenários, sob os quais importa reflectir.

 

1. Se José Carlos Mendes vencer, conforme o próprio já garantiu que o será, está aparentemente encontrado o candidato do maior partido do concelho às eleições autárquicas do próximo ano. Digo aparentemente, porque a candidatura de Mendes terá obrigatoriamente que ser avalizada pela direcção nacional do partido.

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Um novo rumo para ter confiança no futuro…

 

1. A II série do Correio da Beira Serra fez dois anos no passado dia 15 de Março, mas comemora 20 anos de existência já no próximo dia 16 de Maio, mês em que será editada uma edição comemorativa. Na perspectiva da inovação constante, introduzimos na presente edição algumas alterações ao grafismo habitual do jornal, que esperamos sejam do agrado dos leitores.

 

2. Nestes dois anos – é este o período que agora tomamos como principal ponto de referência – acho que cumprimos o papel de um jornal que tem conseguido sobreviver à asfixia de um poder local que confunde informação crítica, actual e acutilante, com “forças de bloqueio”.

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Nota da Direcção: Censura nunca mais…

16:27:34

O correiodabeiraserra.com apresenta desde já as suas desculpas aos seus leitores, uma vez que o assunto que passamos a noticiar, começa a ser maçador.

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Nada mais errado…

 

O presidente da Câmara de Oliveira do Hospital defendeu há dias em Assembleia Municipal que é necessário continuar a concentrar investimento nas freguesias porque, se assim não for, corre-se o risco de se começar a observar uma migração concelhia em direcção à sede do concelho – a cidade de Oliveira do Hospital.

 

No final dos anos 80, César Oliveira defendia precisamente o contrário, quando sustentava que a cidade deveria constituir-se como o grande pólo de atracção concelhio, por forma a evitar que a fuga da população mais jovem das aldeias se encaminhasse para algumas cidades de média dimensão e não para Oliveira do Hospital.

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Constantinos

 

Há dias, por força da nova legislação anti-tabágica, saí de um restaurante por breves instantes para “matar o vício”. Cá fora, três simpáticas professoras – também de cigarro entre os dedos – ter-se-ão esquecido da polémica ministra da Educação e entregaram-se a uma breve avaliação sobre Oliveira do Hospital. No relógio da capela da aldeia dos Fiais ainda não tinham soado as “24 badaladas”, mas já pouco faltava.

As professoras iniciaram a conversa sobre o tédio da cidade, enumeraram um ou outro espaço mais engraçado num dos concelhos vizinhos – será que ainda está aberto, perguntava uma! – e depressa chegaram ao IC 6.

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Nós por cá!

 

Recebi há dias na minha caixa de correio um dos 7.500 exemplares do último Boletim Municipal (BM) do Município de Oliveira do Hospital. Com cerca de 100 páginas a cores, em bom papel, e portanto com custos elevadíssimos, o BM abre com um editorial do presidente da Câmara. Trata-se de uma publicação, paga pelo erário público, onde Mário Alves “procura ilustrar de uma forma fiável – fiável, sublinhe-se – o que se passa no concelho”.

 

Diz-nos o presidente que “o futuro, esse materializa-se nas políticas camarárias de dinamização económica e cultural, através da criação de projectos, da apresentação de candidaturas e do diálogo com o governo para a realização de investimentos estruturantes para o concelho”.

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Exemplos

 

 

B

em que Oliveira do Hospital poderia ter seguido o exemplo dos municípios de Seia e Cantanhede, que recentemente foram notícia pelo facto de se apoiarem nos apoios financeiros do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para a área da Educação, com vista à construção de centros educativos que possam constituir espaços virados para as novas exigências educativas.

 

Só em Cantanhede, a Carta Educativa recentemente homologada pelo Governo, prevê a edificação de quatro centros educativos com “equipamentos de topo e condições de excelência para os alunos”; em Seia, o projecto – da autoria do arquitecto Miguel Krippahl – já foi aprovado e a autarquia local vai agora proceder à abertura do concurso para a construção de um novo centro escolar, que concentrará num único edifício os serviços educativos das três escolas básicas do 1º Ciclo e do jardim de infância existentes. A previsão é a de que este centro, que vai ser candidatado aos fundos comunitários, esteja concluído em 2009.

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“Uma discussão bacoca” *

 

Nunca concordei tanto com o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital quando ele finalmente desabafou – fê-lo na última Assembleia Municipal – que sobre a polémica das futuras instalações da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTGOH) não “podemos andar aqui com uma discussão bacoca sobre se é aqui ou acolá”.

 

Se bem me lembro, quando esta escola superior foi criada, já esta discussão se levantou. Na altura, as hipóteses para a sua construção eram Oliveira do Hospital – “inevitavelmente”, para alguns -, S. Paio de Gramaços, Pinheiro dos Abraços, ou, ainda, Galizes, no edifício da Santa Casa da Misericórdia.

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