O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) voltou a contratar a cartografia das áreas ardidas após um interregno de quatro anos. O organismo público contratou a empresa GMV, uma multinacional da área tecnológica, para esta produzir os mapas das áreas ardidas dos anos 2010, 2011, 2012 e 2013.
A informação permitirá ao instituto desenvolver ferramentas importantes para o planeamento e a prevenção dos fogos florestais, como a carta de risco de incêndio.
A contratação foi anunciada esta segunda-feira pela própria GMV, que esclarece que é a primeira vez que trabalhará para o ICNF. O projecto recorrerá a imagens dos satélites Landsat 5, Landsat 7 e Landsat 8. “Através das imagens de satélite serão delimitadas as cicatrizes de fogo em cada um dos anos de referência”, lê-se num comunicado emitido pela empresa.
A informação permitirá um conhecimento mais profundo do impacto dos incêndios dos últimos anos, sendo uma ferramenta relevante para a elaboração de mapas de risco, preparação de estratégias de combate a incêndios ou suporte ao planeamento ambiental.
A Anacom – Autoridade Nacional de Comunicações anunciou esta segunda-feira que vai passar a coordenar as comunicações em situações de emergência como os fogos florestais, uma competência que herda da Autoridade Nacional de Protecção Civil. Em comunicado, a Anacom refere que organizará a resposta quer na fase de emergência quer na fase de reabilitação, onde “deverá apoiar tecnicamente, no âmbito das suas atribuições, os organismos e serviços responsáveis pela rede integrada de comunicações de emergência, e garantir a disponibilidade e eficiente utilização do espectro radioeléctrico”.
Com: publico.pt
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