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“Há mais ‘Oposição'” no Executivo Municipal?

A primeira nota a assinalar é a de que parece haver outra vontade política e um reforço mais sistemático do nível da intervenção prática da parte da actual oposição (PSD + CDS/PP) na Câmara Municipal de Oliveira do Hospital.  Esta crítica que fazem ao “Plano e Orçamento da Câmara para 2022” propostos pela maioria PS, até que tem uma síntese classificativa acutilante naquilo do “Orçamento e Plano mais mentirosos de sempre”.  Todavia, pela nota que li, avançam pouco no concreto designadamente nas principais obras e Iniciativas à excepção dos vários falhanços com as Zonas Industriais.  É nesse contexto, que se pretende vá mais longe que a “simples” crítica, que importa sabermos, e só como exemplo,  que pensa a “oposição” acerca da possibilidade da Câmara aumentar – para um milhão de euros/ano – as transferências para administração directa das Freguesias?  Está de acordo ou não?…
 
E que procurem a coerência como base de orientação.
Também como exemplo, e embora se possa concordar com a essência da crítica que também já fizeram à instalação, “concentrada”, de novo hipermercado dentro da Cidade, cabe perguntarmos-lhes : – mas afinal, então e as outras marcas dos outros hipermercados que também por cá se instalaram desde há muitos anos já ?  Então porque é que “só” este novo hipermercado é que é “mau” ?  É que ao isolarem na crítica uma só marca, até parece que estão a ser para isso instigados (“patrocinados”) pelas outras marcas “da concorrência”…  Pois, cá por mim, que os hiper “se comam” uns aos outros.
 
Táctica para vencer impõe flexibilidade…
Uma brecha a alargar na actual maioria PS (alargar até a rachar…) passa pela flexibilidade táctica da “oposição”, o que implica não meter todos os eleitos pelo PS (na Câmara) no mesmo saco – na mesma rotina da crítica –  durante a refrega político-partidária.
Entretanto, o actual Presidente da Câmara – dizem – afinal “quer mandar”.  Ao mesmo tempo, o actual Presidente da Assembleia Municipal (se por cá se mantiver…), também dizem que não quer “deixar de mandar”…  Ora aí temos uma orientação.  “Capisce” (entendem) ?
E a propósito disto, “eu não disse nada”…eu só pensei alto…desculpem.
Autor: João Dinis, Jano

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