O padre Luís Miguel Costa, acusado de envolver-se sexualmente com um rapaz de 14 anos, durante um convívio numa adega em Viseu, foi apanhado a conduzir com uma taxa-crime de 2,46 g/l de álcool no sangue, cinco vezes mais do que o permitido por lei. O homem ia apresentar-se, antes de almoço, no posto da GNR de São Pedro do Sul, no distrito de Viseu, quando tudo aconteceu.
O homem, que começa a ser julgado em Fevereiro, está sujeito à apresentação quinzenal como medida de coacção decretadas pelo juiz no âmbito do processo de abusos em que é acusado. Desta vez quando chegou ao posto foi visto a cambalear, o que levou os militares realizaram o teste e acusou 2,46 g/l de álcool no sangue.
“Sou padre e estive a celebrar uma missa na minha residência e ingeri um pouco de álcool do cálice”, justificou aos militares, no momento do teste de alcoolemia. A teoria não comoveu o Ministério Público que pediu uma coima de 600 euros e ainda deixou o padre sem conduzir durante sete meses.
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