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Protecção Civil admite mão criminosa no reacendimento do incêndio da Serra da Estrela com três ignições em simultâneo

A Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil revelou que ainda não se sabe se o reacendimento do incêndio da Serra da Estrela foi natural ou teve mão criminosa. O comandante nacional André Fernandes divulgou que “existiram três ignições em simultâneo no mesmo vale”. Esta situação irá ser alvo de uma investigação.

De acordo com a Protecção Civil, até ao momento, “não há registo de vitimas ou assistidos e os danos são apenas numa habitação que seria devoluta”. Contudo, o comandante realçou a importância “de minimizar o potencial de exposição das habitações e das aldeias àquilo que é o dano potencial do incêndio e das chamas”.

“Os meios estão no terreno, estão a fazer esse trabalho e até à data não há registo de danos maiores”, acrescentou, frisando que se deve “diminuir o número de emissões” deste incêndio que “tem um comportamento violento” e locais a arder com “intensidade elevada”. Destacou ainda que está a ser feita a evacuação de diferentes aldeias na linha de fogo prevendo um “combate efectivo” nas próximas horas – para que seja possível salvaguardar a população, os operacionais e o património.

Quanto ao botão de emergência que vários meios de comunicação social noticiaram, na tarde desta segunda-feira, ter sido activado pelos operacionais, a Protecção Civil esclareceu que “não houve qualquer botão de emergência activado por nenhuma equipa de bombeiros, que continuaram aquilo que foi a sua operação e juntaram-se ao grupo”, após terem-se dividido em duas brigadas.

André Fernandes deixou uma “mensagem de confiança” nos diversos meios que combatem as chamas, nomeadamente “bombeiros, GNR, INEM, câmaras municipais, sapadores, população e autarcas”, ao afirmar que se deve acreditar que “o trabalho conjunto conseguirá estabilizar o incêndio que lavra com bastante intensidade”.

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