Segundo informação avançada hoje pelo Diário As Beiras, esta é a regra a aplicar na generalidade dos centros de saúde que integram as ACES que vão substituir as sub-regiões de saúde, com a particularidade de passarem a ter uma gestão autónoma, com um director que irá gerir todos os centros de saúde sob a sua alçada.
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro já concluiu a proposta que dita a inclusão dos actuais 78 centros de saúde dos distritos de Aveiro, Coimbra, Castelo Branco, Guarda, Leiria e Viseu em 18 agrupamentos. Segundo aquele diário, a proposta – que aguarda aprovação por parte do ministério da Saúde – obedeceu a um critério populacional, índice de concentração urbana, índice de envelhecimento, acessibilidades das pessoas a cuidados hospitalares, divisão administrativa do território e NUT III.
À revista “Médico de Família”, o presidente da ARS Centro, João Pedro Pimentel justificou a escolha dos ACES com critérios como “as afinidades geodemográficas, as acessibilidades, as respectivas referenciações para hospitais, os recursos humanos e os equipamentos de saúde disponíveis”.
No distrito de Coimbra deverão ser criados quatro ACES, sendo que no do Pinhal Interior, o Centro de Saúde de Oliveira do Hospital surge ao lado dos congéneres de Arganil, Góis, Pampilhosa da Serra, Penacova, Tábua, Vila Nova de Poiares, Lousã, Miranda do Corvo e Penela.
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