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JPNT de Seia acusa Pedro Nuno Santos de tentar iludir a população com o anúncio sobre o IC6

O movimento independente Juntos pela Nossa Terra – Seia (JPNT) acusa o ministro Pedro Nuno Santos de não ter assumido por escrito as obras de prolongamento do IC6 por o anúncio que realizou sobre aquela via não passar de uma forma de dar a mão aos autarcas do PS na região e de se tratar de mais um dos “expedientes destinados a iludir os povos desta região”. A acusação surge depois do movimento não ter recebido qualquer resposta ao desafio que lançou ao governante, numa carta datada de 19 de Fevereiro, em que solicitava que este assumisse por escrito que o prolongamento do IC6 até ao de Folhadosa, no concelho de Seia, estaria iniciado no prazo razoável de dois anos.
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“A tal missiva, que foi efectivamente recebida, não obtivemos qualquer resposta, nem sequer por delicadeza, vimos acusada a sua recepção. O silêncio de V. Exa. permite-nos, pois, concluir, à luz do conteúdo da mesma, que, o de novo anunciado concurso público, mais não é, como ali referimos, do que um capítulo dos habituais censuráveis expedientes destinados a iludir os povos desta região, ‘dando a mão’ aos autarcas do seu partido, com vista às eleições do corrente ano”, acusam em nova missiva que seguiu na quarta-feira para Lisboa.

“Permita-nos Sr. Ministro, que a título de desabafo, digamos a V. Exa. que vai cada vez mais longe o tempo em que Ministros, Secretários de Estado ou outros membros dos Governos da Nação, tinham, ao menos, a elegância, a cortesia e até a humildade de responder aos cidadãos ou a quem os representa. Quanto mais não fosse, o respeito pelos cidadãos impunha a V. Exa e/ou ao seu gabinete que, ao menos, acusassem a recepção da carta que enviámos”, continuam, lembrando que o movimento independente Juntos Pela Nossa Terra – Seia (JPNT) vai participar nas eleições autárquicas e para ganhar.

“Temos fundadas esperanças de conseguir vencer as eleições nos diversos órgãos autárquicos do concelho de Seia, resgatando a Nossa Terra e a Nossa Gente do poder que, exercido ao longo de décadas pelo partido de V. Exa, tem agrilhoado o progresso e desenvolvimento e podendo, assim, de forma mais institucional, directa e pessoalmente dizer a V. Exa, ou outro Sr. Ministro que ocupe a sua pasta, o que pensamos sobre o abandono, as deselegâncias e desconsiderações a que a nossa terra, a nossa região e todos nós, que por aqui vamos resistindo, temos sido sujeitos pelo poder central”, rematam.

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