Ministério Público arquiva inquérito à morte de Mariana Cruz em Seia por inexistência de crime

“Morte de Mariana teve causa acidental”, concluiu o Ministério Público. Família contesta e garante que ainda não superou a perda.

O Ministério Público determinou o arquivamento do inquérito relacionado com a morte de Mariana Santos Cruz, aluna de 16 anos que faleceu a 11 de Janeiro de 2024 após embater numa porta de vidro na Escola Secundária de Seia, por considerar que não existiu qualquer crime.

De acordo com a informação avançada pelo Correio da Manhã, o Ministério Público concluiu que “a morte de Mariana teve causa acidental” e, por essa razão, “determinou o arquivamento do inquérito por inexistência de crime”.

A decisão é contestada pela família da adolescente. Citado pelo mesmo jornal, o padrasto de Mariana Cruz afirma que “ainda nenhum familiar superou a morte da adolescente”, manifestando o desacordo com a conclusão do inquérito.

O acidente ocorreu pelas 13h48 do dia 11 de Janeiro, quando a estudante do 11.º ano embateu com violência contra uma porta de vidro no interior da escola. O impacto provocou a fractura do vidro, do qual se soltou um fragmento com cerca de 15 centímetros que perfurou o tórax da vítima, atingindo o pulmão.

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