O final de Janeiro pode ficar marcado com a chegada do surto de gripe a Portugal, avança a TSF, adiantando que foi reforçado o apelo para a toma da vacina por parte dos doentes mais vulneráveis. A previsão é da Direcção Geral de Saúde (DGS).
Mesmo admitindo que não há vacinas com um grau de protecção 100 por cento, a directora do programa nacional de doenças respiratórias considera que esta deve ser tomada especialmente pelas pessoas mais vulneráveis. “As vacinas são sempre construídas relativamente ao vírus que circula no ano anterior. Acontece que os vírus da gripe se replicam muito rapidamente e sofrem mutações”, explicou Cristina Bárbara.
“A mortalidade relacionada com as doenças respiratórias é extremamente elevada. Mas nós sabemos que as vacinas, mesmo as que têm menos concordância antigénica, têm eficácia e reduzem significativamente a probabilidade de morte e de doença grave”, sublinhou.
As pessoas com mais de 65 anos, os doentes crónicos e imunodeprimidos a partir dos seis meses de idade, as grávidas e profissionais de saúde ou prestadores de cuidados em lares de idosos são os grupos alvo prioritários.
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