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Tribunal de Tábua adia por seis meses julgamento do israelita Gilad

O tribunal de Tábua decidiu hoje suspender por seis meses o julgamento do alegado antigo militar israelita que foi detido pela GNR quando tentou forçar a entrada no Mercado Municipal sem máscara, desobedecendo a uma ordem directa das autoridades. Gilad, que liderava um grupo maioritariamente de estrangeiros que contestava o uso da máscara, será imediatamente julgado por desobediência civil, incorrendo numa pena numa pena de prisão até um ano ou multa até 120 dias, se voltar a persistir no mesmo crime.

O alegado israelita, recorde-se, alegou que estava a exercer um direito constitucional como cidadão. Depois de “interceptado” pela GNR, foi ele próprio quem se dirigiu ao posto  local, acompanhado pelos elementos do grupo, dizendo que queria ser preso e levado a julgamento. Presente ao juiz, o magistrado aceitou um seu pedido para que lhe desse um prazo de uma semana para preparar a sua defesa, e voltará a ser presente ao tribunal de Tábua na próxima semana.

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