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Joe Berardo abre museu com recurso a fundos europeus e diz estar a emprestar um terço da sua pensão à CGD

O madeirense Joe Berardo apresentou ontem o novo museu do azulejo, em Estremoz, um projecto é financiado por fundos comunitários com origem no Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, que aplicou cerca de dois milhões e meio de euros na obra. Durante a conferência de imprensa de divulgação do projecto, o empresário afirmou ainda que um terço da sua pensão estava a ser emprestado à Caixa Geral de Depósitos. “Estou a emprestar à CGD um terço de minha pensão”, disse.

O museu do azulejo vai abrir em Estremoz no próximo dia 25 de Julho, numa parceria entre Joe Berardo e a autarquia daquele concelho alentejano O projecto é financiado por fundos comunitários com origem no Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, que aplicou cerca de dois milhões e meio de euros na obra.

Joe Berardo, recorde-se, tem uma dívida de cerca de 962 milhões de euros à CGD, ao Novo Banco e ao BCP. O banco público já disse anteriormente que estava a fazer tudo para recuperar o dinheiro em falta, e em estudo está a aquisição da colecção Berardo, avaliada em mais de um mil milhões de euros. O empresário madeirense protagonizou ainda um momento polémico quando, em pleno Parlamento, afirmou que não tinha quaisquer dívidas.

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