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Fonte: Página do facebook de José Carlos Alexandrino

Associação Empresarial de Coimbra “solicita” a José Carlos Alexandrino que retire consequências políticas do abandono pelo PRR das obras da região

A Associação Empresarial da Região de Coimbra (NERC) manifestou-se hoje contra o facto de o Governo ter abandonado no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) três projectos da região de Coimbra. Esta associação solicita agora que a CIM “analise as consequências desta decisão e os seus dirigentes, o seu Presidente (José Carlos Alexandrino), e o seu Secretário Executivo, tirem consequências políticas imediatas “deste ataque inqualificável e extremamente danoso à Região por parte do Governo ao anular estes investimentos à última da hora e sem
darem conhecimento prévio desta atitude”. Se não tomarem “medidas assertivas”, refere o NERC, estes dirigentes e os autarcas locais não estão a defender a Região.

Em causa, recorde-se, está o abandono por parte do Governo de projectos que estavam no PRR inicial e que foram abandonados no documento final entregue ontem em Bruxelas. Em causa, está o prolongamento do IC6 de Tábua a Folhadosa (Seia) ou a ligação ao IP3 dos Concelhos a sul, bem como o financiamento da EN341, Alfarelos (EN342) / Taveiro (Acesso ao Terminal Ferroviário de Alfarelos),

“Esta decisão de retirar unilateralmente e estes investimentos, relevantes para a Região de Coimbra constitui um ataque brutal à Região de Coimbra e, marcará o seu futuro constituindo um erro histórico. Teremos que recuar muito no tempo para poder identificar uma atitude tão contrária ao Estado Democrático de Direito”, acusam em comunicado, alertando os autarcas da região que se houver silêncio e não tomada de posição assertiva e forte em defesa da Região por parte da CIM devem tirar consequências políticas e estratégicas que levam a não defenderem a Região”.

“A NERC considera que mais uma vez o Ministro Pedro Nuno Santos, como tem vindo a fazer noutros dossiers, está contra a Região de Coimbra e está a prejudicar intencionalmente a Região de Coimbra em prol do desenvolvimento da Região de Aveiro e de uma visão centralista de Lisboa”, acusam. “Basta Senhor Ministro e devia ter vergonha de mais um ataque sem precedentes à Região de Coimbra, a Coimbra, às Beiras e às suas gentes”, rematam.

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