O homicídio de Bruno Frias, 40 anos, em Trancoso, na madrugada de 23 de Dezembro, terá sido motivado por um ajuste de contas relacionado com a disputa de terrenos, avança o Correio da Manhã. É esta, para já, a linha de investigação da PJ da Guarda que continua a reunir provas do homicídio. Para já, a Judiciária não realizou qualquer detenção, refere aquele diário.
Quem matou Bruno Frias conhecia as suas rotinas e sabia que, todos os dias, pelas quatro da manhã, passava de carro na EM595, em Cómitos, para trabalhar. O plano para o matar, descreve o CM, foi preparado ao pormenor, uma vez foram colocadas pedras na via para bloquear a passagem e obrigar a vítima a sair do carro.
Nesse momento foi atingido com violência com um objecto contundente que lhe esmagou o crânio. Ainda foi assistido pelos Bombeiros Voluntários de Trancoso, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Bruno era casado com a presidente da Junta de Freguesia de Valdujo, Trancoso, e deixou dois filhos menores.
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