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IPMA prevê agravamento do estado do tempo com neve na Serra da Estrela, chuva forte no Norte e Centro e vento intenso

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê para os próximos dias um agravamento do estado do tempo em Portugal continental, com queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela e períodos de chuva por vezes forte nas regiões do Norte e Centro. Segundo a previsão meteorológica, a precipitação poderá ser localmente intensa e ocasionalmente acompanhada de trovoada, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

Nas zonas montanhosas, está prevista queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela, com acumulações que poderão atingir os 30 centímetros acima dos mil metros de altitude. Existe ainda possibilidade de neve acima dos 1000 a 1200 metros nas regiões do Norte, Centro e Alto Alentejo, podendo a cota descer temporariamente para os 800 a 1000 metros durante a noite e a manhã de quinta-feira, 6 de Março.

O vento deverá soprar forte na faixa costeira ocidental e nas terras altas, com rajadas até 80 quilómetros por hora. O agravamento é esperado durante a manhã e o início da tarde de quinta-feira nos distritos de Leiria e Lisboa, onde as rajadas poderão atingir os 90 quilómetros por hora, sobretudo na faixa costeira e em zonas de serra.

A agitação marítima deverá também aumentar na costa ocidental, com ondas de noroeste até seis metros e uma altura máxima que poderá atingir os 11 metros.

De acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil, este quadro meteorológico deverá ser mais gravoso entre a tarde de quarta-feira, 5 de Março, e o dia de quinta-feira, sobretudo nos territórios mais vulneráveis afectados pela depressão Depressão Kristin, em particular nas regiões do Oeste, Leiria e Coimbra.

Entre os efeitos expectáveis estão o arrastamento de estruturas e objectos soltos devido ao vento forte, possíveis acidentes na orla costeira provocados pela forte agitação marítima e piso rodoviário escorregadio, com eventual formação de lençóis de água ou acumulação de gelo e neve.

As autoridades admitem ainda dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, com risco de inundações em locais historicamente vulneráveis, bem como cheias em rios e ribeiras e instabilidade de vertentes que poderá provocar deslizamentos ou derrocadas. O aumento da intensidade do vento poderá também provocar maior desconforto térmico na população.

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