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Nuno Melo visitou na Lousã dispositivo da Força Aérea integrado nas operações de combate a incêndios florestais

O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, visitou ontem, no Aeródromo Municipal da Lousã, o dispositivo da Força Aérea, que está integrado nas operações de combate a incêndios florestais. No total, entre meios próprios e contratados, a Força Aérea coordena 74 meios aéreos, número que faz do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais 2024 (DECIR) o maior dispositivo de sempre.

“Aquilo que aqui testemunhei é o grande profissionalismo da Força Aérea, que coloca à disposição da prevenção dos incêndios os seus meios mais sofisticados e militares especializados. “Cada sucesso no combate e prevenção aos incêndios dá muito trabalho e exige muito investimento. As Forças Armadas mostram que estão todos os dias à altura daquilo que lhes é pedido”, enalteceu Nuno Melo.

O governante encontrava-se acompanhado pelo chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general João Cartaxo Alves, e pelo chefe do Estado-Maior-general das Forças Armadas, general Nunes da Fonseca, o ministro contactou de perto com os meios aéreos que estão envolvidos no apoio ao DECIR e ao Plano de apoio à Directiva Integrada de Vigilância e Detecção de Incêndios Rurais (DIVDIR).

Num país com um historial de grandes incêndios, em particular os dramáticos acontecimentos de 2017, “os meios nunca são suficientes”, assumiu Nuno Melo, referindo que há lições que se retiram do passado. “Aprendemos com os erros do passado e, seguramente, tentamos não repetir esses erros para evitar tragédias equivalentes no futuro”, assegurou.

Na Lousã, a missão da Força Aérea no âmbito do DECIR esteve em evidência. Durante a visita, o governante contactou de perto com a Ground Control Station Móvel, bem como com o Helicóptero de Reconhecimento e Coordenação (HERAC) e, ainda, os sistemas aéreos não tripulados (drones) que estão envolvidos no dispositivo que presta apoio a entidades como a ANEPC, a GNR ou o ICNF.

“As Forças Armadas, através do Exército, da Força Aérea e da Marinha estão empenhadas nas acções de prevenção dos incêndios. As Forças Armadas estão a dar tudo para ajudarem as pessoas e o povo português neste desafio tão difícil, e permanente, que é a prevenção dos incêndios”, realçou.

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