A questão da interrupção – desde 2003 – de apoio financeiro à ARCED por parte da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, voltou a gerar polémica na última Assembleia Municipal do ano, dia 22 de Dezembro.

“O senhor presidente da Câmara tem uma teimosia doentia”

"Imagem vazia padrãoEu não aceito – e a minha voz não se vai calar – por que é que se distribuem 87 mil contos” em subsídios para actividades desportivas e “por que é que uma pequena instituição que desenvolve um trabalho tão meritório junto de crianças” não tem direito a “mil ou 2 mil euros”, criticou o deputado municipal do PS, Carlos Maia, numa inflamada intervenção dirigida ao presidente da Câmara.

“O senhor tem uma teimosia doentia (….) não é novidade para nós todos que o senhor presidente da Câmara é teimoso, para não o adjectivar de outra forma”, disse ainda aquele deputado socialista, rotulando o processo de “vergonhoso”. Maia, que não obteve qualquer resposta por parte do autarca do PSD sobre este assunto, deixou também um aviso político a Mário Alves, ao sentenciar que “os pais destas crianças irão julgá-lo”.

Quem fez questão – antes de abandonar os trabalhos – de prometer novos apoios financeiros à ARCED, foi António Lopes. O deputado comunista, que também se tem vindo a insurgir contra a postura da CMOH relativamente a esta instituição desportiva, frisou que continuará apoiar aquela associação de escolas de formação de futsal sobretudo “por aquelas crianças”.

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