Home - Últimas - Presidente da CM de Castanheira de Pera fez questão de se despedir da equipa do Camião da Esperança no Sabugal, onde amanhã termina o seu périplo, depois de hoje ter estado na Guarda

Presidente da CM de Castanheira de Pera fez questão de se despedir da equipa do Camião da Esperança no Sabugal, onde amanhã termina o seu périplo, depois de hoje ter estado na Guarda

A presidente da Câmara Municipal de Castanheira de Pera aguardou a chegada do Camião da Esperança ao final da tarde ao Sabugal, a localidade onde amanhã aquela equipa termina o périplo que ao longo de várias semanas realizou milhares de testes à COVID-19 pelo país. Alda Carvalho, que lidera o pequeno concelho do distrito de Leiria, não quis deixar de se despedir e agradecer e o trabalho desenvolvido por esta equipa durante semanas no Interior de Portugal.

Antes, o Camião da Esperança esteve na cidade da Guarda a realizar testes, entre outros, aos colaboradores da CIMA e do Hotel Quinta dos Cedros, em Celorico da Beira, ambas empresas do grupo Fernando Tavares Pereira, num total de 52 testes. O empresário, de resto, que fez questão de participar na iniciativa, oferecendo nos últimos três dias a estadia àquela equipa na unidade hoteleira de Celorico da Beira. “Ajudou-nos imenso, porque esta é uma logística muito pesada e mudar todos os dias de hotel não é fácil”, referiu um responsável da organização Paulo Costa.

Quem também foi convidado a realizar o teste, foi o presidente da Câmara Municipal da Guarda que passou pelo local para elogiar a iniciativa, embora o município egitaniense não tenha sido incluído nos testes do Camião da Esperança. “Temos de valorizar e elogiar esta iniciativa porque nem todos tem recursos para realizar os testes que são muito importantes”, explicou Carlos Monteiro, sublinhando que o município da Guarda só não acedeu a participar porque já está a realizar testes desde 20 de Março.

“Já tínhamos um acordo com o  Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social para testar toda a ULS e a ARS entendessem que deviam ser testados. Posteriormente foi estabelecido um protocolo com um laboratório aqui da cidade, daí que as várias instituições que poderiam estar aqui a realizar testes não o estão a fazer”, frisou, concluindo que “de qualquer maneira tem de se elogiar esta iniciativa que levou esperança onde ela provavelmente não existia”.

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