Pinheiro de Coja, em Tábua, dividida em duas facções rivais que nem a capela poupam

Uma capela na povoação de Pinheiro de Coja, concelho de Tábua, foi vandalizada, apresentando sinais de arrombamento, uma almofada da porta partida e a fechadura dobrada. O caso terá poderá ter tido origem na disputa das chaves daquele local de culto pelas duas facções rivais de uma localidade que pertence à União de Freguesias de Pinheiro de Coja e Meda de Mouros. A aldeia está dividida em quase tudo. Tem mesmo dois ranchos e duas festas.

“Só estragaram, nem sequer levaram os três euros que estavam na caixa de esmolas”, explica o presidente da Junta, frisando que a autarquia já se disponibilizou para pagar a reparação da porta. O autarca sublinha ainda que a esta divisão, no seu entender, é má.

“É muito complicado. Não há união. Mas não deviam transferir os seus desentendimentos para a igreja”, sublinha João Moura, frisando que não se trata política típica. “Simplesmente não se entendem. Uns puxam para um lado, outros puxam para o outro. A Junta, embora seja PS, é independente neste caso. É como um fiel da balança e tanto ajuda um como o outro grupo”, explica, João Moura que enfatizando que é um apologista da união.

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