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Grupo de Mangualde relança marca Carlo Visconti e aposta no corporate

Uma das prioridades assumidas pelo novo director-geral do grupo têxtil Confecções da Beira Interior (CBI), Paulo Júlio, é o relançamento da marca Carlo Visconti, uma marca oriunda de Arganil. A nova contratação do grupo aposta igualmente no desenvolvimento da área corporate e acredita que, apesar da conjuntura difícil, é possível manter o ritmo de crescimento da empresa que conta com fábricas em Mangualde, Arganil e Cabo Verde.

O grupo adoptou desde o início deste mês de Abril um novo modelo de gestão, passando o CEO Francisco Batista a assumir a posição de chairman com a entrada do director-geral, o antigo secretário de Estado da Administração Local e ex-autarca Paulo Júlio. O novo elemento assegurou ao semanário Expresso que o relançamento da Carlo Visconti é uma das prioridades para a CBI.

Os desafios passam também por “desenvolver a área corporate, designadamente fardas para companhias de aviação e outras entidades”, explica o jornal no seu caderno Economia, dando conta de que “reforçar a internacionalização, investir na sustentabilidade e transição digital” constam também do programa de acção que aponta à manutenção do ritmo de crescimento do grupo. “É possível uma empresa crescer numa conjuntura adversa, tomando as decisões certas atempadamente”, diz Paulo Júlio.

A recuperação da Carlo Visconti está na agenda do grupo desde a aquisição da Amma 1981, a empresa de confecções de Arganil que detinha a marca e que a CBI resgatou da insolvência em 2017.

Actualmente com cerca de 700 colaboradores e dedicado à confecção de calças e casacos de gama média/alta, o grupo impulsionado por Francisco Batista conta com uma carteira de clientes com marcas como a Massimo Dutti, Polo Ralph Lauren, Calvin Klein ou Sacoor e exporta acima dos 95%, sobretudo para os mercados da Europa e EUA.

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